MUDEI!!

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Resenha do Livro: Louras Zumbis

Acho que há uns dois meses eu vi em algum blog alguém falando sobre esse livro. Sou apaixonada por zumbis (nossa, falando assim parece estranho hehe), assisto qualquer filme de zumbi, e tal.

Recentemente, o livro saiu em português e eu decidi comprar, estava louca pra ler.

Não achei foto da capa em português.

Louras Zumbis, de Brian James, conta a história de Hannah, uma garota que sempre tem que se mudar de cidade por causa dos problemas do pai, que parecem os seguir em qualquer lugar que vão. É assim que Hannah e o pai se mudam para Maplecreast. Logo de cara, Hannah sabe quem são as garotas populares do colégio e, decidindo mudar sua vida, tenta se tornar uma delas, participando dos testes para ser uma cheerleader. Mas as garotas populares e perfeitas de Maplecreast têm um grande segredo, e Hannah não sabe se quer se tornar parte dele.

Ok, só pelo nome do livro já dá pra saber o que as lindas e loiras cheerleaders são, né? Então, não tô soltando nenhum spoiler.

O livro é bom, bem escrito, mas não sei, acho que ficou aquém do que eu estava esperando. Já disse antes, adoro zumbis. Achei a sinopse do livro muito boa, uma história original, diferente de tudo que eu já tinha visto. Só que o livro meio que se ‘arrasta’ até quase o final, e de repente as coisas acontecem todas de uma vez, como se o autor estivesse com pressa pra entregar o manuscrito pronto e não tivesse conseguido colocar todas as suas idéias bem desenvolvidas no papel.

Ou talvez eu estivesse com muitas expectativas para esse livro, e acabei me decepcionando.

Não sou nunca de dizer ‘não compre tal livro, é uma merda’, porque eu acho que cada um tem seu gosto, e o que é ruim pra mim, é bom pra outra pessoa. E o livro não é de todo ruim, talvez se tivesse mais alguns capítulos, ou melhor, alguns capítulos fossem substituídos por coisas mais relevantes, essa sensação de incompleto não seria tão forte.

Uma coisa que eu gostei bastante foi o final. Adoro finais ‘inacabados’, sabe? Aqueles em que a história não termina ali, apenas uma parte dela, e o livro te dá espaço pra imaginar o que acontece em seguida. E Louras Zumbis é um desses livros, então isso é um ponto positivo.

Outro ponto positivo é a capa. Chama muita atenção, é muito bonita, somada com o título ainda te deixa mais curiosa pra ler.

Acho que o livro não tem continuação, nem fui pesquisar pra ver, mas prefiro que não tenha, ou, se tiver, que seja com personagens diferentes, já que a história da Hannah ficaria bem mais legal se terminasse ali.

E com essa leva de livros de zumbis ultimamente, minha próxima compra será Generation Dead, que eu também tô com muita vontade de ler. Espero não me decepcionar.

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Desafio Literário 2010: Junho

Há algum tempo eu já vejo em praticamente todos os blogs sobre livros críticas maravilhosas sobre Fazendo meu Filme, da Paula Pimenta.

Tinha curiosidade, mas outros livros me chamavam mais atenção, então nunca tive muita vontade de lê-lo. Mas aí o Desafio Literário entrou na minha vida, e categoria do mês de junho era ‘escritora brasileira’. Vi a oportunidade perfeita pra comprar o livro.

Aí, andando pela Cultura, vi em promoção do +Cultura, por 24 reais e comprei.

A história é aquela coisa de sempre. A garota tem um amigo que é apaixonado por ela, mas só percebe quando é tarde demais. A diferença de todos os outros livros YA com a mesma temática, é que Fani está indo embora do país, pra fazer um intercâmbio de um ano do outro lado do oceano, na Inglaterra (o sonho da minha vida)!!

O livro começou meio fraco, talvez porque eu nunca tive aqueeela vontade de ler, mas conforme as páginas iam passando, eu me via cada vez mais inserida na história da Fani e do Leo, querendo a todo custo que as coisas dessem certo pra eles.

O romance dos dois é lindo, o Leo é o garoto perfeito, e a Fani é bem lerdinha em demorar tanto pra perceber que ele gostava dela.

Me identifiquei muito com ela, principalmente na parte que ela e as amigas (estou apaixonada pelas amigas dela também) vão a uma cartomante. Nossas personalidades são parecidas, eu também sou tímida, e quanto mais eu gosto do garoto, menos eu deixo transparecer. Sem contar que nós temos o mesmo problema de confiança, eu não tenho o costume de contar coisas íntimas nem pra minha melhor amiga.

A Fani consegue trabalhar esses probleminhas dela no decorrer do livro; o meu livro ainda está no meio (quem sabe até no começo), então eu ainda não atingi a minha auto-atualização – Diários da Princesa feelings haha.

Me irritei muito com a família dela interrompendo as coisas nas melhores partes, e também quando ela está contando o que aconteceu numa festa que teve na noite anterior e toda hora alguém aparece ou algo acontece e ela tem que parar a história na metade!!

Eu fiquei super angustiada no final, pensando que tudo ia dar errado, que era uma injustiça as coisas terminarem assim, mas…

Vou parar por aqui, pra não soltar spoiler.

A Paula é uma ótima escritora, a gente sente as coisas junto com a Fani, fica nervosa, feliz, triste, emocionada com ela, acho lindo escritores que conseguem transpôr os sentimentos dos personagens para além das folhas e pra dentro da gente.

Acabei de terminar de ler e já vim correndo fazer a resenha, aproveitar que tá tudo fresquinho na minha cabeça. Meu coração ainda tá acelerado por causa dos capítulos finais haha. Li em um dia, e tô escrevendo essa resenha no dia 15 de maio, mas vou deixar guardado aqui como rascunho pra publicar no mês certo.

Livro que a gente gosta é assim, não dá pra se segurar…

Agora, se vocês me dão licença, eu vou ali correndo na Livraria Cultura comprar Fazendo meu Filme 2 – Fani na Terra da Rainha.

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Resenha do Livro: Slam

Eu só li um livro do Nick Hornby, Alta Fidelidade, que é um dos meus favoritos, então qualquer coisa que seja dele, eu já começo a ler com o pé direito.

Com Slam não foi diferente.

Slam, do Nick Hornby, conta a história de Sam Jones, um garoto de 16 anos cuja maior preocupação de vida é uma manobra de skate que ele ainda não consegue fazer.

Um belo dia (haha que brega), a mãe de Sam o convida para ir a uma festa e é lá que ele conhece Alicia, a garota dos seus sonhos. Nos meses seguintes, tudo o que Sam faz é esperar até o momento de se encontrar com ela. Comer é esperar, ir a escola é esperar, sair com seus amigos é esperar. Sam só quer ficar com Alicia o tempo inteiro. Depois de um acidente, porém, a vida dele muda para sempre.

Esse foi o primeiro livro com o protagonista adolescente que Nick Hornby escreveu. E se eu já o achava um grande escritor por causa de Alta Fidelidade, agora o acho um mestre.

É diferente ler um livro com o protagonista masculino adolescente que foi escrito por um homem. A maioria dos autores é mulher escrevendo por um perspectiva que elas não conhecem, já que nunca foram garotos adolescentes.

A linguagem é diferente, e o jeito que o protagonista pensa é diferente também. Eu adorei o Sam. Não cheguei a ficar com pena dele, porque eu acho que cada ato tem uma consequência e ele meio que pisou na bola. O livro todo é super bem escrito, com situações e reações dos personagens extremamente reais (o que foi muito gratificante pra mim, principalmente por causa do livro que eu estava lendo enquanto lia Slam, no qual um dos personagens masculinos agia de uma maneira completamente irreal). Dava pra imaginar as cenas direitinho e pensar ‘realmente, isso super aconteceria’.

Também gostei muito do Sam, achei linda a relação dele com a mãe, e como ele quer ficar no colo dela quando algo errado acontece, mas não pode.

E justo quando você pensava que era só mais um (ótimo) livro como os outros do gênero, Nick Hornby vai lá e te deixa de boca aberta, pensando ‘WTF?’ haha.

Não vou falar mais nada pra não estragar a surpresa.

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Resenha do Livro: Sussurro, Hush Hush

Hoje eu vou falar do livro mais pop dos últimos tempos, que todos os blogs tão falando, e que foi recentemente lançado em português.

Hush Hush (ou Sussurro, em português), de Becca Fitzpatrick, conta a história de Nora, uma pacata adolescente de uma cidade do interior dos Estados Unidos, que vê sua vida mudar drasticamente depois que Patch aparece e se torna seu parceiro na aula de Biologia.

Resumindo (bem), é isso aí. Parece mais uma história YA como tantas outras que têm por aí e, de uma certa maneira, é, mas Hush Hush não é um romance, e sim um suspense.

E um suspense muito bem escrito, devo acrescentar. Nas cenas de ação, meu coração acelerava, eu ficava nervosa, parecia que era comigo haha. A parte que mais me deu nervoso foi na montanha russa – queria explicar melhor o porque, mas tenho medo de soltar spoiler.

A Nora é meio chatinha as vezes, tenho raiva quando acontece um monte de coisa com ela e ela não conta PRA NINGUÉM! Também fiquei com raiva da Vee, a melhor amiga de Nora, por ser meio sonsa. A Nora tentando explicar que o garoto era perigoso e ela não dando bola. Sério, a Nora não tem moral nenhuma. Se uma amiga minha viesse séria me contar que o cara era perigoso, eu não ia ser tão leviana quanto a isso, eu acreditaria na minha amiga, ficaria com um pé atrás.

Mas foi tudo raiva passageira (ainda assim, acho a Vee meio mala – acho que porque nunca seria amiga de uma garota assim na vida real). O Patch… a maioria das autoras dos blogs que leio é completamente apaixonada por ele. Não nego que ele tenha seu charme, e amo o fato dele ser moreno de pele (amo morenos), mas não fiquei tão apaixonada assim não. Chega uma hora que todo aquele mistério dele irrita um pouco. Se fosse eu, mandava logo pr’aquele lugar, a garota correndo risco de vida e ele fazendo charme. Mas mesmo com todos esses defeitos, não acharia ruim ter um Patch na minha vida. O final é lindo, o diálogo deles e tal.

Vou confessar que não estava muito animada pra ler esse livro, apesar das milhares de críticas ótimas que vi em todos os blogs possíveis. Mas ele tava baratinho na Livraria Cultura, e a arte da capa é uma das mais bonitas que eu vi ultimamente, então eu decidi comprar.

Não me arrependi, com certeza. A leitura é rápida, te prende, eu li tudo em um dia, quando devia estar estudando pra prova de Teorias da Comunicação. Você não quer lagar o livro até saber o final, até ver o que vai acontecer.

Espero ansiosamente pela continuação, Crescendo, que só sai em outubro na gringa. Aqui no Brasil deve sair ano que vem, só. Uma pena.

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P.S.: Porque esse título? Não achei que teve nada a ver com o livro. E qual o nome verdadeiro do Patch?

Meme: Reading Habits

Como ainda estou atrasada nas minhas leituras e, por consequencia, nas resenhas, resolvi fazer esse meme (gente, que palavra é essa? Nunca tinha ouvido falar antes, tive que jogar no google haha) que eu vi no blog Leiturinhas.

Bora?

Você come enquanto lê? Se sim, comidinha preferida de leitura:
Não, é muito difícil. Não consigo me concentrar em fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Ou eu leio, ou eu como. Mas quando estou lendo um livro muito interessante, fico várias horas sem comer e nem percebo.

O que você gosta mais de beber enquanto lê?
Também não tenho o costume de beber nada além de água. Fico com uma garrafa cheia ao meu lado em todos os lugares que eu vou, levo até pra faculdade!

Você costuma marcar o livro enquanto o lê, ou a idéia de escrever em livros te aterroriza?
Escrevo, sublinho, passo marca-texto, dobro a folha. Acho que quanto mais surrado o livro, mais amor ele tem. Sei que parece loucura, mas é verdade.

Como você marcar onde parou enquanto está lendo? Marcadores? Orelhas nas páginas? Apoiando o livro aberto?
Normalmente marcadores. Só faço orelhas nas páginas quando quero pesquisar algo pra não esquecer depois, ou, se estou lendo em inglês, quando tem uma palavra que eu não sei o significado e tenho que jogar Google Tradutor hehe.

Ficção, não-ficção, ou ambos?
Ambos. Ultimamente ando numa fase de biografias, mas eu leio qualquer tipo de livro.

Você tende a ler até o fim do capítulo, ou consegue parar de ler em qualquer lugar?
Gosto sempre de terminar o capítulo. É difícil eu parar no meio.

Você é do tipo de pessoa que arremessa o livro longe ou no chão se o autor te irrita?
Não. Se fico irritada ou frustrada, eu fico me mexendo sem parar. Cada vez que algo que me desagrada acontece, eu mudo de posição, é involuntário haha.

Se você encontra uma palavra que não conhece, você para e vai procurar seus significado na hora?
Não. Eu marco a página com uma dobrinha na orelha, e normalmente só vou procurar o significado quando termino o livro.

O que você está lendo?
Choke, When In Rome, Sussurro e As Brumas de Avalon 1.

Qual foi o último livro que você comprou?
Sussurro, da Becca Fitzpatrick. Falam tão bem desse livro que eu decidi comprar.

Você é o tipo de pessoa que lê apenas um livro por vez, ou consegue ler mais de um?
Consigo ler mais de um tranquilamente.

Você tem um lugar/momento preferido para ler?
Prefiro na minha casa, mas na real eu leio em qualquer lugar.

Você prefere séries ou livros únicos?
Ai, não sei… Livros únicos são bons, se a história for bem contada e não deixar pontas soltas. E nas séries você pode acompanhar seus personagens por mais tempo. O único problema é esperar o lançamento do próximo livro. Então, não sei, acho que prefiro os dois haha.

Tem algum livro ou autor que você se vê recomendando sempre?
J.K. Rowling, claro. Gosto muito de Cristopher Moore. Mas o meu preferido de sempre, que eu falo PRA TODO MUNDO que eu conheço ler, é Douglas Adams, o autor d’O Guia do Mochileiro das Galáxias. Perfeição descreve essa série.

Como você organiza seus livros? (por gênero, título, sobrenome de autor etc)
Por tamanho. Acho feio livros com tamanhos diferentes intercalados.

Bom, esses são meus hábitos de leitura. E os de vocês?

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Minha Estante

Bom, como essas últimas semanas eu andei meio ocupada e me atrasei na leitura de vários livros, resolvi tirar umas fotos da minha estante e colocar aqui, pra tapar o buraco das resenhas que eu tenho que fazer! hihi

A minha estante não é pequena, mas também não é grande, e uma delas é metade escrivaninha, e é onde eu escrevo e blogo aqui.

Como eu tô um pouco apressada, vou colocar as fotos logo. Quem quiser ver mais detalhadamente os livros, é só entrar no meu flickr.

Livros que eu irei ler e resenhar (espero que) em breve.

É isso, gente.

Queria colocar mais fotos, mas tô super atrasada pro trabalho haha! Quem quiser ver mais detalhes da estante, é só entrar no flickr.

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Balanço do Mês

Outro mês se foi e eu ainda continuo gastando todo meu dinheirinho suado em livros haha.

Esse mês eu me contive bem mais do que nos últimos dois, três meses, e só comprei o que eu realmente queria ler. Tô com uma pilha de quase 20 livros pra ler, e sem tempo nenhum para fazê-lo. Por isso, fiz uma meta de que só compraria outro livro quando terminasse de ler todos que estão aqui sentadinhos me esperando, ou quando fosse um livro que eu quisesse MUITO ler, ou fosse uma promoção MUITO boa.

Reparem como eu mesma me saboto haha.

Antes de tudo, desculpem pela qualidade ruim da foto, mas é que eu sempre tiro com a câmera embutida do computador, acho mais prático do que tirar com a câmera e depois passar a foto pro pc.

Mas, vamos lá.

As Crônicas de Nárnia, C.S. Lewis. Li esse livro emprestado de uma amiga há uns dois anos atrás, e sempre quis comprar, mas ele é um absurdo de caro. Na Livraria Cultura era coisa de 80 reais, mas na maioria das livrarias era em torno de 60. Até que um dia eu estava passeando pelo Submarino vendo as promoções de livros deles, e me deparo com As Crônicas de Nárnia por 19,90. Comprei na hora, né. Acho que essa promoção ainda tá rolando, e no Submarino sempre tem promoção de livro, então é bom dar uma passadinha lá de vez em quando (eu entro no site de dois em dois dias, mais ou menos.)

Coleção As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley. Outra promoção absurda do Submarino. Os quatro livros por 29,90. Sério, eu fico boba com essas coisas.

Obs: Sem contar que eu comprei esses dois (na verdade, cinco, mas vocês entendem o que eu quero dizer. As Brumas… vieram de uma vez só, então contam como um) livros quando já tinha traçado a minha meta de não comprar mais livros até ler todos que eu tinha pra ler. Só que como as promoções estavam muito boas, eu não podia perder a oportunidade. Só pra vocês terem uma idéia, cada livro d’As Brumas de Avalon custa em média 40 reais.

Correndo Com Tesouras, Augusten Burroughs. Já falei sobre esse livro aqui.

Choke, Chuck Palahniuk. Do mesmo autor de Clube da Luta, esse livro inspirou um dos filmes mais legais que eu já vi na vida, com um dos meus atores favoritos (Sam Rockwell), com o mesmo nome. ACHO que aqui no Brasil foi traduzido para No Sufoco, mas não tenho certeza. Também tava louca pra ler esse livro, desde que vi o filme, mas ele era muito caro, até o paperback em inglês era caro. Mas achei no site da Cultura, usado, por 19 reais. Tava com um bônus de 10 reais, então ele só me custou 9 reais. Já tô lendo e quando terminar, coloco a resenha aqui.

Fazendo Meu Filme 1 e 2, Paula Pimenta. Já terminei de ler os dois, e já até fiz a resenha do primeiro, mas como ele é a minha escolha do desafio pro mês de junho, só vou postar no final do mês. Terminei o 2 hoje e vou fazer a resenha, mas só postarei depois que postar a resenha do primeiro. Não tinha muito interesse nesses livros, mas li tantas resenhas maravilhosas sobre eles que resolvi ver do que se tratava.

Divas Abandonadas, Teté Ribeiro. Também já falei sobre ele aqui.

Dom Casmurro, Machado de Assis. Ok, eu super podia fazer a culta aqui e dizer que sempre amei livros dessa época, desses autores, que os professores passavam no colégio e que eram obrigatórios pro vestibular. Mas eu não farei isso. Nunca gostei desse tipo de livro, sempre achei a leitura monótona e cansativa. Sou super fã de uma banda chamada Beirut (escutem, vocês não irão se arrepender) e uma das minhas músicas favoritas deles era trilha sonora da minissérie Capitu, que é baseada no Dom Casmurro. Eu baixei a série e fiquei apaixonada. Sempre soube a história do livro, mas bem por cima mesmo, e agora quero me aprofundar. Aproveitei que era 10 reais numa banca de jornal e comprei.

Esses foram os livros que eu comprei esse mês. Nos próximos meses, essa ‘seção’ do blog ficará bem caída, porque eu realmente não pretendo comprar mais tantos livros assim, até terminar os que estão me esperando. Sem contar que livro é uma coisa cara aqui no Brasil e meu dinheiro é pouco, então economizar é sempre bom.

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Resenha do Livro: Eu Te Amo, Phillip Morris

Eu não fazia idéia quem era Phillip Morris  até ver o trailer de um filme com o Jim Carrey e o Ewan McGregor. Até algum tempo atrás, também não sabia que o filme era baseado no livro, e que o livro era uma biografia.

Quando descobri, fui atrás pra ver do que se tratava.

Eu Te Amo, Phillip Morris é a biografia de Steven Russel, a pessoa que ama o Phillip do título. Ela foi escrita depois de várias entrevistas feitas pelo jornalista Steve McVicker, enquanto Steven estava na prisão.

Steven Russel conseguiu fugir de penitenciárias do Texas quatro vezes, sempre numa sexta feira treze, dia que ele considerava da sorte. Em uma das passagens pela cadeia é que ele conhece Phillip e se apaixona. A partir daí, Russel não pode mais ficar preso e longe do grande amor de sua vida.

A história de Russel parece coisa de cinema. Parece que ele nasceu só pra que pudessem escrever um livro e fazer um filme sobre ele.

Russel tem uma vida normal, é casado e tem uma filha pequena, mas os problemas o seguem, ou ele vai atrás deles. Ele é um homem inteligente, bem sucedido, mas alguma coisa parece não estar no lugar.

O livro é muito bem escrito, mas algumas informações eu achei desnecessárias, passam a impressão que é só pra encher linguiça. O autor do livro recolheu informações do próprio Russel, além de várias outras pessoas envolvidas na história.

Uma das partes que mais gostei foi a sua história com o ex namorado, James Kemple, que tinha AIDS e morreu em 1994, quando Russel estava preso.

No fim (não é spoiler), ele diz que, apesar de todas as coisas que Russel aprontou na vida, as pessoas não conseguem deixar de falar bem dele. Russel não é um homem mau, não tem a índole ruim, ele simplesmente não consegue viver do jeito que a maioria das pessoas vivem. Pode parecer estranho defender um criminoso (ele roubou mais de um milhão de dólares ao longo de sua vida), mas eu não consegui enxergar maldade nele, pelo menos a partir das coisas que estão no livro.

Pra mim, ele é um homem muito inteligente, com muito potencial, extremamente apaixonado por Morris, que tomou alguns desvios errados durante sua vida.

Um ótimo livro, que mostra que o amor não tem limites (nem mesmo os das grades das prisões).

Resenha do Livro: Orgulho e Preconceito e Zumbis

Amo Orgulho e Preconceito.

Amo filmes de zumbis.

Quando vi na livraria Orgulho e Preconceito e Zumbis, meu coração quase parou.

A história é a mesma da obra clássica. Elizabeth conhece o Mr. Darcy (ai, ai…), e o odeia de primeira. Mr. Darcy (ai, ai…) também não vai muito com a cara dela no começo, mas ele passa a reparar em seus olhos e aí já era.

Primeiro de tudo, olha essa capa. Acho que mesmo se eu não gostasse de O&P, mesmo se eu não fizesse idéia de quem é Jane Austen, eu ia querer comprar esse livro só por causa da capa.

Nessa versão, de Seth Graham Smith, há o pequeno incoveniente (ou não, depende do ponto de vista) de Elizabeth ser uma matadora de zumbis treinada na China por um grande mestre, e poder desferir um chute na cabeça de alguém quando fica nervosa.

O livro é escatológico e teve partes que meu estômago se revirou levemente. Mas ele é muito engraçado, e foi o primeiro livro que eu li com a temática de zumbis, que é uma das minhas coisas favoritas no mundo.

Adorei a Elizabeth, ela é minha ídola e eu quero ser ela. Não só porque ela tem um Mr. Darcy (ai, ai… – desculpa, mas não dá pra pensar em Mr. Darcy (ai, ai…) sem soltar um suspiro apaixonado depois), mas porque ela tem muita atitude, não deixa ninguém passar por cima dela, e sabe manejar um espada como ninguém.

Uma leitura divertida e leve, que te deixa com vontade de sair por aí chutando alguém.

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